Noite de insônia
A revisão do filme da vida,
Dos acidentes do percurso,
Dos atalhos escolhidos,
Dos caminhos percorridos...
Nada prestou para relaxar.
Divago na luz do abajur,
Através da borboleta transparente
Para iluminar as sombras...
Inutilmente espero o sono chegar.
Numa demora sem fim, escrevo poemas...
Sem nomes, sem barulhos, sem dor
Sem vultos.
Uma loucura que aflige
É o atraso do dia, das horas.
Amanhã colocarei o fim ao dilema.
Nada mais procuro nesta noite,
Já pedi socorro para os anjos...
Agora suspiro e espero paciente
A inspirada madrugada!
Elisa Alderani
A revisão do filme da vida,
Dos acidentes do percurso,
Dos atalhos escolhidos,
Dos caminhos percorridos...
Nada prestou para relaxar.
Divago na luz do abajur,
Através da borboleta transparente
Para iluminar as sombras...
Inutilmente espero o sono chegar.
Numa demora sem fim, escrevo poemas...
Sem nomes, sem barulhos, sem dor
Sem vultos.
Uma loucura que aflige
É o atraso do dia, das horas.
Amanhã colocarei o fim ao dilema.
Nada mais procuro nesta noite,
Já pedi socorro para os anjos...
Agora suspiro e espero paciente
A inspirada madrugada!
Elisa Alderani
lindo poema ..nostálgico...intenso....
ResponderExcluirbeijos querida amiga
heloisa crosio